A ANBIMA divulgou o seu Plano de Ação do primeiro trimestre do ano de 2022. Conforme a Associação, aproximadamente, setenta por cento dos assuntos tiveram atividades iniciadas ainda no primeiro trimestre deste ano.
As prioridades elencadas pela ANBIMA se dividem em três agendas:
i) a agenda positiva: as demandas dos segmentos de mercado, possuindo assuntos com foco no investidor, mercado de capitais, mercado secundário e gestão de recursos;
ii) a agenda transversal: as pautas relacionadas à sustentabilidade, inovação, tributação e resiliência operacional; e
iii) a agenda institucional: as questões de supervisão, educação, precificação e Selic.
Nesse contexto, entre as iniciativas que avançaram no primeiro trimestre deste ano, estão:
i) início do estudo sobre investimentos offshore;
ii) projeto para haver a revisão do Código ANBIMA para Ofertas Públicas;
iii)criação do grupo de trabalho que discute a autorregulação de ativos digitais em fundos;
iv) revisão das regras de suitability/qualificação (autorregulação e regulação);
v) elaboração de guia de melhores práticas de sustentabilidade nas ofertas públicas;
vi)revisão do (“Código de Ofertas Públicas”);
vii) elaboração e divulgação do guia de padronização de CRI e CRA com lastros corporativos;
viii) aprimoramento da plataforma de Pre-Matching;
ix) desenvolvimento de novo produto: stripping de debêntures (IMK);
x) implementação, em conjunto com a área técnica da CVM, das novas regras de fundos (555, FIDC, FIP, FII e ETF);
xi) revisão geral do Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para Administração de Recursos de Terceiros (“Código de ART”); e
xii) projeto de base de dados de FIP.
As prioridades estratégicas do Plano de Ação da ANBIMA são eleitas anualmente, o documento na íntegra pode ser acessado pelo link.
Este alerta não representa opinião legal, tendo o propósito puramente informativo.

